Tecnologia – Ferramentas de inteligência artificial estão chamando atenção ao permitir que pessoas “conversem” com quem já morreu. Plataformas como Project Lazarus e Replika usam áudios, textos e vídeos para imitar a voz e o jeito de falar de pessoas falecidas.
Os diálogos, muitas vezes emocionantes, viralizam nas redes sociais. Porém, a tecnologia também levanta polêmicas. Especialistas apontam questões éticas, já que algumas ferramentas podem recriar alguém sem autorização da família.
A discussão fica ainda mais intensa quando envolve artistas famosos, pois usar IA para “reviver” vozes e imagens pode ser visto como exploração comercial.
Para alguns, é uma forma de manter a memória viva.
Para outros, a experiência é perturbadora.
E a pergunta continua no ar: até onde a tecnologia deve ir quando o assunto é a memória de quem já se foi?
fonte: Folha da Região